Sebastião Oliveira é recebido com festa a Angelim e anuncia novas conquistas

Sebastião Oliveira e Romário Dias em Angelim. Foto: Divulgação

A população de Angelim, município localizado no Agreste pernambucano, preparou, na noite desta quarta-feira (19), uma calorosa e animada recepção para o deputado federal Sebastião Oliveira, que concorre ao segundo mandato de deputado federal.

Chamado de Deputado da Água, em virtude do seu empenho que resultou em ações que resolveram o problema do abastecimento de água na cidade,  Sebá, que conta com o apoio do grupo político do prefeito Douglas Duarte, aproveitou a ocasião para dar uma notícia que há muito tempo era aguardada. “Vamos iniciar em breve a obra de requalificação da estrada que dá acesso a Angelim. É um sonho antigo que será realizado, que vai trazer muitos benefícios. A crise que afeta todo o país não impediu que o governador Paulo Câmara continuasse investindo na melhoria da qualidade de vida das pessoas e no desenvolvimento de Pernambuco”, ressaltou Sebastião Oliveira, que até recentemente comandou a secretária de Transportes e desempenhou papel fundamental para que esse projeto saísse do papel.

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Também conhecido em Angelim como o Deputado das Emendas, tendo em vista que já destinou recursos, por meio de emendas parlamentares de sua autoria, que foram utilizados no reforço do atendimento na área da saúde e em importantes obras estruturadoras, Sebá assumiu novo compromisso, desta vez, contemplando a educação. “O trabalho que Douglas Duarte tem feito merece todo o reconhecimento. O Ideb de Angelim se destaca no estado. Vou destinar recursos para a compra de um ônibus com ar-condicionado, que vai garantir mais conforto e segurança para os alunos”, ressaltou Sebastião Oliveira. “Só a educação transforma. Ela é um das principais ferramentas que o político disponibiliza para transformar vidas e promover a verdadeira inclusão social”, finalizou o republicano.

Arroz e feijão são os alimentos mais desperdiçados no Brasil

Base da alimentação do brasileiro, o arroz e o feijão representam 38% do montante de alimentos jogado fora no país. O dado faz parte da pesquisa sobre hábitos de consumo e desperdício de alimentos, do projeto Diálogos Setoriais União Europeia – Brasil, liderado pela Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa) com apoio da Fundação Getulio Vargas (FGV).

A pesquisa ouviu 1.764 famílias de diferentes classes sociais e de todas as regiões brasileiras. O ranking dos alimentos mais desperdiçados mostra arroz (22%), carne bovina (20%), feijão (16%) e frango (15%) com os maiores percentuais relativos ao total desperdiçado. “A grande surpresa foram as carnes aparecerem com um índice tão alto de desperdício, um produto de alto valor agregado, de alto valor nutricional e que é desperdiçado. E destaco ainda o leite, que é o quinto grande grupo mais jogado fora”, disse o professor de marketing da Escola de Administração de Empresas de São Paulo, da FGV, Carlos Eduardo Lourenço.

Os dados detalhados da pesquisa foram apresentados hoje (20) no Seminário Internacional Perdas e Desperdício de Alimentos em Cadeias Agroalimentares: Oportunidades para Políticas Públicas, na sede da Embrapa, em Brasília (DF).

No Brasil, a média de alimentos desperdiçados por domicílio é de 353 gramas por dia. Individualmente a média é de 114 gramas por dia.

Entre os motivos do desperdício apontados pelos pesquisadores está a busca pelo sabor e a preferência pela fartura dos consumidores brasileiros. O não aproveitamento das sobras das refeições é o principal fator para o descarte de arroz e feijão. “Essa busca pelo sabor e pelo frescor do alimento acaba tendo outro impacto que é o descarte de um excesso ou quando acontece algum evento que muda o planejamento da família”, disse Lourenço, explicando, entretanto que a culinária diversa e saborosa do brasileiro deve ser valorizada.

Como exemplo desses eventos, o professor da FGV cita o caso pesquisado de uma pessoa que, após um churrasco, acabou descartando quatro quilos de carne ou ainda o caso de quem salgou demais o feijão durante o cozimento e acabou jogando a panela toda fora, em vez de tentar recuperar o alimento.

Cultura da abundância

Os resultados mostraram que 61% das famílias priorizam uma grande compra mensal de alimentos, além de duas a quatro compras menores ao longo do mês. De acordo com os pesquisadores, esse hábito leva ao desperdício pois aumenta a propensão de comprar itens desnecessários, especialmente quando a compra farta é combinada com o baixo planejamento das refeições.

Algumas contradições também aparecem entre o público pesquisado. Enquanto 94% afirmam ser importante evitar o desperdício de comida, 59% não dão importância se houver comida demais na mesa ou na despensa. A maioria das famílias (68%) valoriza muito ter uma despensa e geladeira cheias de alimento. “O brasileiro gosta de abundância, é muito comum na nossa cultura”, disse Lourenço.

Outra descoberta relevante da pesquisa é que 43% das pessoas concordam que “os conhecidos jogam comida fora regularmente”, mas quando abordado o comportamento da própria família o problema não aparece tanto. Segundo Lourenço, apesar do grande desperdício, o brasileiro tem a percepção do impacto social desse comportamento e parece ter um esforço de não desperdiçar. “Essa consciência aparece na pesquisa”, disse.

Vilão do desperdício

De acordo com o professor da FGV, o motivador do desperdício é transversal e acontece em todas as classes sociais. “Não há um vilão”, ressaltou Lourenço. “Talvez fosse mais fácil se tivesse, mas é um problema geral da nossa sociedade”. Segundo ele, apenas em hortaliças o desperdício acontece mais nas classes A e B do que nas classes C e D.

Para o ministro do Meio Ambiente, Edson Duarte, é preciso atuar em todos os elos da cadeia: evitar que o produto fique no campo, com tecnologias e capacitações tecnológicas que aumentem a produtividade e preservem o meio ambiente; garantir que o alimento chegue à mesa do consumidor, com a comercialização in natura ou para agroindústrias; e educar as pessoas para ao consumo, para evitar o desperdício.

“Um terço de toda a produção agrícola está sendo desperdiçada, seja no pós-colheita, seja em toda a cadeia de alimentos. Se combatêssemos isso com efetividade, estaríamos combatendo a fome e diminuindo a pressão sobre nossas florestas e nossos recursos naturais”, disse.

Design dos alimentos

A pesquisa iniciou com uma fase qualitativa, na qual 62 consumidores foram entrevistados em supermercados, lojas de conveniência e feiras livres. A coleta de dados envolveu um grupo de pós-graduandos europeus das universidades de Bocconi (Itália), St Gallen (Suíça), Viena (Suíça) e Groningen (Holanda). O objetivo foi avaliar hábitos de compra e consumo de alimentos dos brasileiros, a partir do olhar dos europeus.

“Os estudantes europeus ficaram impressionados com a quantidade dos alimentos adquiridos pelos brasileiros, principalmente nas compras semanais”, disse Lourenço, contando que os estudantes se perguntavam por que nas lojas de conveniência, onde as compras são menores, os carrinhos utilizados eram enormes.

Na segunda fase da pesquisa, foi utilizado um painel com mais de 600 mil consumidores brasileiros. Depois de uma triagem, foram selecionadas três mil pessoas de todo o país e, dessas, 1.764 participaram efetivamente da primeira fase quantitativa da pesquisa. Entre elas, 638 famílias participaram também do preenchimento de um diário alimentar, que incluiu dados sobre quantidades desperdiçadas e fotos dos alimentos descartados.

Nessa etapa, foi observado que o brasileiro está mais preocupado com sabor e aparência dos alimentos, do que em consumir alimentos saudáveis ou pouco calóricos. Para o presidente da Embrapa, Maurício Lopes, na hora da compra, o brasileiro exalta mais o design dos alimentos do que seu valor nutricional. “Temos uma cultura de expor em excesso, de exaltar o visual. Quando entramos no supermercado é ótimo ter gôndolas cheias de alimentos bonitos e polidos, consumimos primeiro com os olhos para depois pensar na consequência desse consumo”, disse.

Segundo Lopes, esse problema de consumo tomou grandes dimensões no sistema agroalimentar e faz com que a perda e o desperdício sejam quase que necessário. “Do ponto de vista da produção, muitas vezes faz mais sentido deixar os alimentos se perderem do que viabilizar outra rota de uso para esses produtos”, disse, explicando que, quando se fala em desperdício, não é só de alimento, mas de água, energia e mão de obra, além da emissão de gases de efeito estufa em toda essa cadeia. “Os números dessa pesquisa são nada menos que alarmantes”, ressaltou.

Engajamento

Por fim, na terceira fase da pesquisa, foi realizado um levantamento de dados em blogs e redes sociais como Facebook e Twitter, com o objetivo de avaliar como o tema desperdício de alimentos foi propagado na internet nos últimos meses. Os resultados indicaram que 75% desse assunto é tratado por instituições públicas e privadas e há pouco envolvimento das pessoas nesse tema.

Para Lourenço, é preciso pensar em estratégias de comunicação para sensibilizar e engajar o público nessa causa. “Há um esforço institucional que não reverbera nas pessoas, elas não reportam, não fazem a viralização, então a informação não se propaga”, destaca o professor da FGV. “Nos surpreendeu como ainda não conseguimos engajar o brasileiro num assunto que é tão relevante”.

As ações de cooperação para o combate ao desperdício alimentar, financiada pela União Europeia, são desenvolvidas com outros parceiros, como o Ministério do Desenvolvimento Social (MDS) e a organização não-governamental WWF-Brasil.

Segundo o embaixador da União Europeia no Brasil, João Gomes Cravinho, o tema não tem audiência nos debates públicos como deveria ter, mas quando a perspectiva é de 10 bilhões de pessoas no planeta em 2050, é preciso pensar em formas de alimentar essas pessoas com alimentos seguros e nutritivos.

“É fundamental que saibamos escolher políticas públicas que não nos obrigue a escolher entre alimentar o planeta ou salvar o planeta. A produção deve se tornar cada vez mais sustentável e menos um peso para os nossos recursos naturais”, disse.

Mendonça é o que mais cresce e passa Humberto

Candidato a senador Mendonça Filho. Foto: Reprodução/Internet

Candidato ao Senado pela Coligação Pernambuco Vai Mudar, Mendonça Filho (DEM) subiu quatro pontos, assume a segunda colocação e encosta em Jarbas Vasconcelos (MDB) na nova pesquisa Datafolha divulgada na noite desta quarta (19). Mendonça soma agora 31 pontos contra 36 pontos de Jarbas. A margem de erro é de três pontos percentuais.

Humberto Costa (PT) estacionou na terceira posição, com 30 pontos. O outro candidato da coligação Pernambuco Vai Mudar, Bruno Araújo (PSDB) , também teve uma boa subida, saindo de 6 para 12 pontos. Silvio Costa (Avante)  soma 11 pontos e o Pastor Jairinho (Rede) tem 6 pontos. Adriana Rocha (Rede) tem 3%, Hélio Cabral (PSTU) e Lídia Brunes (PROS) somam 2%. Albânise (PSOL), Eugênia (PSOL) e Alex Lima Rola (PCO) têm 1%.

Em branco, nulo ou nenhum para a 1° vaga tem 20%. Já para a 2° vaga, os votos branco, nulo ou nenhum somam 28%.

A pesquisa foi encomenda pela TV Globo e pelo jornal Folha de São Paulo, entre os dias 18 e 19 de setembro. Foram ouvidos 1.232 eleitores de 50 municípios do Estado, com 16 anos ou mais. O nível de confiança utilizado é de 95%.

Educação a distância cresce 17,6% em 2017; maior salto desde 2008

Um em cada cinco estudantes matriculados no ensino superior estuda a distância, de acordo com o Censo da Educação Superior divulgado hoje (20) pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep). Enquanto o ensino presencial apresentou queda nas matrículas, a educação a distância (EaD) registrou o maior salto desde 2008.

Segundo os dados do censo, as matrículas em EaD cresceram 17,6% de 2016 para 2017. Os estudantes de educação a distância (EaD) chegaram a quase 1,8 milhão em 2017 – o equivalente a 21,2% do total de matrículas em todo o ensino superior.

O número de cursos no país também aumentou, de 2016 para 2017, passou de 1.662 para 2.108, o que representa aumento de 26,8% – maior crescimento desde 2009, quando o país passou dos 647 cursos registrados até 2008 para 844 cursos.

No total, o ensino superior tem cerca de 8,3 milhões de estudantes em cursos de graduação. Desses, 6,5 milhões estão matriculados em cursos presenciais. Ao contrário do que ocorreu nos cursos de EaD, o número de estudantes nos presenciais caiu 0,4% de 2016 para 2017.

A maior parte dos estudantes está matriculada em instituições de ensino privadas, com 75,3% das matrículas. Quando se trata apenas de EaD, essa porcentagem aumenta, as instituições particulares de ensino superior respondem por 90,6% dos estudantes.

Novos alunos

Dos 3,2 milhões de novos alunos registrados no ensino superior em 2017, a maioria (2,1 milhões) optou pelo ensino presencial – aumento de 0,5% em relação a 2016. A procura por cursos a distância cresceu mais. Os ingressantes passaram de 843 mil em 2016 para cerca de 1,1 milhão em 2017 – aumento de 27,3%.

Formação de professores

O percentual de professores formados em cursos EaD aumentou em 2017. Segundo os dados do Censo, em 2016, cerca de 42,1% das matrículas em licenciaturas eram a distância. Esse percentual passou para 46,8% em 2017. Ao todo, as licenciaturas representam 19,3% das matrículas no ensino superior.

Em relação à formação dos professores que atuam nos cursos EaD, segundo o censo, eles são, em grande parte, mestres. Enquanto na educação presencial, os professores com doutorado representam 51,1% do total, na EaD, eles representam 41,8%; outros 46,5% têm a formação até o mestrado.

A educação a distância tem conquistado também os cursos tecnológicos, com 46% do total das matrículas. Esses cursos, que podem durar dois ou três anos, são geralmente mais curtos que os bacharelados e mais voltados para a inserção no mercado de trabalho e representam 12,1% do total de matrículas no ensino superior.

Ministério da Educação

Para o ministro da Educação, Rossieli Soares, o crescimento das matrículas é importante, mesmo que em 2017 tenha se dado na modalidade a distância. “EaD ou presencial, ambas modalidades são possíveis e são importantes, considerando a realidade, a forma de acesso. Mas é importante também que trabalhe sempre dentro de uma perspectiva de qualidade seja ela presencial ou a distância, observada a regulação”, disse hoje, em coletiva de imprensa.

O ministro destacou a necessidade da ampliação do ensino superior, uma vez que o país tem 8,9 milhões de jovens de 18 a 24 anos que terminaram o ensino médio e não estão estudando. “Não estão cursando um curso superior, seja ele tecnológico, seja licenciatura ou bacharelado. Nós precisamos avançar em acesso.”

Em relação ao aumento também de licenciaturas EaD, Soares diz que as matrículas nem sempre se tratam de uma primeira formação. “EaD é, às vezes, a forma com que o professor que já está na sala de aula pode ter uma complementação pedagógica. Temos uma série de ofertas como a Universidade Aberta do Brasil, mantida pelo MEC e pela Capes, que traz a possibilidade de segunda licenciatura e atende regiões que, muitas vezes, não conseguiria ter condições de ter uma turma presencial.”

Candidato a deputado estadual Rona Leite (PT) lança campanha em plataformas digitais

O Deputado do Povo, 13813 no guia Eleitoral do PT.#RonaLeite13813#MarilíaArraes1310#Humberto130#HaddadManu13

Publicado por Rona Leite em Terça-feira, 18 de setembro de 2018

Polo de educação à distância de São José do Egito terá 4º curso

Polo da Universidade Aberta do Brasil (UFPB/UPE), modalidade EAD, em São José do Egito. Foto: Erbi Andrade

Já são 3 cursos ofertados pelas universidades Federal da Paraíba (UFPB) e Estadual de Pernambuco (UPE). A partir de 2019.1 mais um curso, o de letras/libras, será incluído no polo de educação à distância (EAD) da Terra dos Poetas.

As inscrições podem ser efetuadas a partir das 9h de 20 de setembro até às 23h59 do dia 27 do mesmo mês exclusivamente através do site www.uead.ufpb.br. O principal requisito é ter feito o Enem em pelo menos um dos últimos 3 anos (2015, 2016 ou 2017).

A taxa de inscrição é de R$ 40,00 (quarenta reais). O candidato que tiver cursado o ensino médio completo em escola da rede pública ou como bolsista integral em escola da rede privada, além de comprovar renda familiar per capita igual ou inferior a um salário mínimo e meio poderá se inscrever com isenção da taxa de inscrição.

Maiores informações no polo presencial em São José do Egito, de segunda à sexta, das 8h às 12h e das 14h às 17h – prédio do Centro de Inclusão Digital – Travessa 4 de outubro, S/N – Centro.

Mega-Sena acumula e deve pagar prêmio de R$ 17 milhões nesta quinta

Imagem ilustrativa

O concurso especial da Mega-Sena, sorteio realizado nessa terça-feira (18), que pagaria R$ 5 milhões, ninguém acertou o prêmio principal. As dezenas sorteadas foram: 01 – 02 – 14 – 37 – 55 – 58.

Para o próximo concurso, que será realizado nesta quinta-feira (20), a estimativa da Caixa é de um prêmio de R$ 17 milhões.

A Quina teve 43 acertadores, cada um vai receber de R$ 43.305,35. A quadra registrou 1.681 apostas vencedoras, cada uma vai pagar R$ 846,45.

Esta semana, excepcionalmente, serão realizados três concursos, por causa da Mega Semana do Apostador. Além do sorteio de ontem e o de amanhã, teremos ainda outro no sábado (22).

Tradicionalmente, os sorteios são feitos na quarta-feira e no sábado. A aposta simples da Mega-Sena, com apenas seis dezenas, custa R$ 3,50.

Sebastião Oliveira reforça compromisso com os trabalhadores, a ética e a democracia

Sebastião Oliveira em Ferreiros, na Zona da Mata Norte

“Desafio alguém encontrar um processo contra mim em qualquer instância da justiça brasileira. Tenho 16 anos de vida pública e posso dizer com orgulho que sou ficha limpa”. Foram com essas palavras que o deputado federal e candidato à reeleição Sebastião Oliveira abriu o seu bate-papo com a população do município de Ferreiros, na Mata Norte pernambucana, na noite desta terça-feira (18).

Além de apresentar o seu trabalho e ouvir propostas, Sebastião ressaltou que o seu segundo mandato, em Brasília, continuará defendendo as bandeiras da democracia e dos trabalhadores. “Fui e serei contra todo tipo de projeto que retire direitos da classe trabalhadora. Não apoiei o golpe contra Dilma, pois sempre defenderei a vontade do povo, que é soberana e se manifesta por meio do voto”, destacou Sebá.

Diante de uma plateia numerosa e atenta, Sebastião Oliveira assumiu o compromisso de, nos próximos anos, transformar projetos em ações. “O povo de Ferreiros pode cobrar no futuro. Vamos realizar nesta cidade  obras que realmente irão melhorar a vida das pessoas. A minha principal missão por todos os lugares que passei é trabalhar pelos que mais necessitam”, frisou o presidente estadual do PR.

Em Ferreiros, Sebastião Oliveira tem o apoio do grupo político de Zé Roberto, que conta com os vereadores Júnior do Canto, Davi, Gil e Tarcísio, além do candidato a deputado estadual Gustavo Gouveia.

Lojas devem exibir cartazes sobre proibição de valor mínimo para compra com cartão

Estabelecimentos devem expor a mensagem: “É vedado ao fornecedor de produtos ou serviços exigir do consumidor valor mínimo para pagamento com cartão de crédito ou débito”. Foto: Breno Laprovítera/Alepe

Já tentou pagar por um produto usando cartão e se deparou com uma recusa da loja, que considerou o valor baixo? Apesar de proibida há quase dez anos, a situação ainda é comum. Para divulgar e garantir esse direito, já está em vigor a Lei Estadual nº 16.318/2018, de autoria da deputada Simone Santana (PSB). A norma determina que os estabelecimentos comerciais devem informar ao consumidor sobre a proibição por meio de cartazes.

A advogada Deborah Mendes recorda-se de várias situações em que não conseguiu realizar compras sob a justificativa de que não atingia o valor mínimo para pagamento no cartão. Ela ficou feliz ao saber da novidade. “A exigência do cartaz é mais uma ferramenta para que o consumidor faça valer seus direitos”, acredita. “Também traz conhecimento para quem não sabia da lei que proíbe a recusa.”

No entanto, a jovem sugere que haja vigilância no sentido de garantir o cumprimento das determinações. “Avisar é importante, porém, se não tem fiscalização, então não haverá exigibilidade. Pode se tornar uma lei vazia”, argumentou Deborah.

Limitar pagamentos com cartão a um valor mínimo é proibido em Pernambuco desde 2008 pela Lei Estadual nº 13.678, que foi modificada pela nova matéria. A norma é de iniciativa da deputada Teresa Leitão (PT), que situa o texto original no âmbito do Direito do Consumidor. “Não é ético, nas relações comerciais, induzir o cidadão a gastar mais do que ele gostaria”, pontua a parlamentar.

Por sua vez, Simone Santana explica a motivação para a exigência dos cartazes nos estabelecimentos comerciais. “Propusemos essa mudança por entendermos que a proibição merecia um reforço na divulgação, de modo que todos os consumidores pernambucanos pudessem conhecer esse direito”, esclareceu.

Ainda segundo a deputada, a nova lei é mais um instrumento para proteger a população contra eventuais práticas abusivas. O cartaz deve conter a seguinte mensagem: “É vedado ao fornecedor de produtos ou serviços exigir do consumidor valor mínimo para pagamento com cartão de crédito ou débito”.

A previsão também consta no artigo 39 do Código de Defesa do Consumidor (Lei Federal nº 8.078/1990), que considera que a prática impõe vantagem excessiva. Para o especialista na área André Frutuoso, a alteração foi apresentada levando em consideração que, apesar da existência e da clareza da legislação, muitos dos estabelecimentos comerciais ainda a descumprem. “Tal acréscimo à norma visa a proteger o direito à informação clara, impedindo a vulnerabilidade informativa e, assim, trazendo equilíbrio na relação consumerista”, analisa o advogado.

Em nota, a Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de Pernambuco (Fecomércio-PE) afirmou já cumprir a legislação em vigor e discordou da alteração mais recente. “A prática da criação de leis que impõem a afixação de cartazes em estabelecimentos privados vem recebendo discordâncias por parte dos representantes dos comerciários”, expressou. A entidade ainda observou que os proprietários estão sendo obrigados a destinar cada vez mais espaços físicos para atender às exigências legais desse tipo.

TSE define urna eletrônica e confirma 13 candidatos à Presidência

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O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) fechou hoje (17) o sistema de registro de candidaturas à presidência da República que será inserido nas urnas eletrônicas para a votação no primeiro turno das eleições, que será realizado no dia 7 de outubro. Com a medida, ficam confirmados os nomes de 13 candidatos à presidência da República e seus respectivos vices que tiveram os registros aceitos pelo tribunal.

Os nome do candidato Fernando Haddad (PT) e sua vice, Manuela D’Ávila (PCdoB), foram considerados aptos para inserção nas urnas, apesar de o registro de candidatura ainda não ter sido julgado pela Corte. Haddad teve o nome confirmado pelo PT após o TSE barrar a candidatura do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva. O prazo para que algum candidato, partido ou o Ministério Público Eleitoral (MPE) faça a impugnação do registro do petista termina amanhã (18), no entanto, até o momento, nenhuma contestação foi apresentada ao tribunal.

De acordo com o TSE, os dados dos presidenciáveis são enviados aos 27 Tribunais Regionais Eleitorais (TREs), que serão responsáveis pelo carregamento das urnas com os dados de todos que vão participar do pleito. Os tribunais locais também vão inserir as informações dos candidatos aos governos estaduais, deputados estaduais, federais e senadores.