SJE: Alberto de Zé Loló estreia programa de rádio e Dr. Romério foi o primeiro entrevistado

Nesta sexta (17) aconteceu a estreia do programa “O Povo Quer Saber”, produzido e apresentado por Alberto Loló. O primeiro entrevistado foi o ex-prefeito Dr. Romério Guimarães. Foto: Marcello Patriota

Nesta sexta (17) estreou na Gazeta FM, em São José do Egito, o programa “O Povo Quer Saber”, produzido e apresentado pelo vereador Alberto de Zé Loló (PT). A proposta é dar voz à população sempre contando com a presença de personalidades do campo político e social para debater pautas que atingem diretamente o município.

Nesta primeira edição, que teve duração de uma hora, o programa entrevistou o ex-prefeito egipciense Dr. Romério Guimarães (PT) e contou com a participação do jornalista político Inaldo Sampaio. Os vereadores Albérico Tiago (PR) e Aldo da Clipsi (PT), a advogada Herica Brito e a popular Estefânia Augusta prestigiaram no estúdio.

A entrevista com Guimarães foi iniciada na primeira parte do programa e continuou na outra metade. Entre a conversa com o ex-prefeito, Inaldo Sampaio apresentou um panorama dos últimos episódios políticos que arrolam no Brasil. O jornalista focou na crise política que o governo Jair Bolsonaro vem enfrentando neste início de gestão.

Durante a conversa com o ex-prefeito Romério os principais pontos abordados foram referentes à saúde e educação. Guimarães também abordou atrasos em pagamentos de vencimentos de professores, aposentados e pensionistas.

 

Saúde

Dr. Romério, que é médico concursado do Estado, antes lotado no Hospital Maria Rafael de Siqueira, comentou sobre “ser retirado” da unidade e transferido para o Regional Emília Câmara, em Afogados da Ingazeira: “Fui o primeiro médico a ser transferido de sua cidade por perseguição política; pensavam que eu iam me dobrar a eles pedindo para voltar, mas estou no Regional e lá eu atendo o povo de vários municípios e de São José do Egito, da mesma maneira”. E completou: “Trabalham como coronéis, de forma ultrapassada, como nos tempos que transferiam as pessoas por perseguição política”.

Durante sua primeira fala, questionou a construção de uma UPA em São José: “Cadê a UPA prefeito? Já se passagem dois anos e cinco meses e o senhor não a entregou”. E perguntou: “Quando é que vamos inaugurar essa UPA dentro de um hospital?”

Ainda sobre saúde, Dr. Romério foi enfático: “O povo de São José não aguenta mais essa gestão de engodo; de hipocrisia”.

 

Educação

Indagado sobre o tema, o ex-gestor reiniciou suas palavras dizendo que “educação é o instrumento mais importante de transformação da sociedade”.

Relatou prêmios que sua gestão conquistou e relembrou o de “Melhor Administração Escolar de Pernambuco” e que conseguiu colocar o município entre os 10 melhores do Estado nos dois níveis do ensino fundamental.

Guimarães disse que já no início de sua gestão, em 2013, honrou dívida do governo anterior junto aos professores, e que os convênios com a Universidade Aberta do Brasil (UAB) e o Instituto Federal Sertão (Petrolina) foram firmados durante seu governo.

De acordo com Dr. Romério, no começo de seu mandato foi instituído o piso salarial dos professores, e que os repassem também aconteceram aos inativos. E disse: “Reformamos ou ampliamos as 20 escolas municipais e investimos na merenda escolar”.

O ex-gestor fez algumas cobranças ao atual prefeito: “As crianças ainda estão andando com as fardas da minha gestão; quando o senhor vai entregar as novas?”, e também indagou: “Por que o prefeito atrasa tanto os vencimentos dos aposentados e pensionistas?”

Romério foi duro nas críticas: “O senhor prefeito está querendo enganar os aposentados da educação fazendo uma maquiagem errada. Foi Estelionato eleitoral o que o senhor fez com o povo de São José do Egito”.

Durante a entrevista Romério Guimarães de forma enfática comentou: “O grande presente que marcou minha vida foi ser gestor da Capital da Poesia”.

E concluiu: “Se um dia eu voltar a ser gestor dessa cidade, o meu desejo é que São José do Egito se transforme em um polo educacional”.

Vereadores terezinhenses doarão bolsas de 50% de desconto nas mensalidades da Faculdade Vale do Pajeú

Nesta semana o presidente da Câmara de Santa Terezinha, Dr. Júnior, esteve reunido com o diretor-presidente da Faculdade Vale do Pajeú (FVP), Dr. Cleonildo Painha, e conseguiu estender para o município o programa de bolsas de estudos para a população de baixa renda.

Dr. Júnior conseguiu para cada vereador terezinhense cinco bolsas de 50% de desconto no valor da mensalidade para que possam doar aqueles que desejam graduar-se numa instituição de qualidade. A FVP oferece os cursos de Administração, Contábeis, Direito, Enfermagem e Pedagogia.

As bolsas – que valem a metade das mensalidades – são válidas a partir do próximo período que será iniciado no segundo semestre deste ano. Para tanto, é necessário também se inscrever no vestibular que acontecerá dia nove de junho na sede da instituição, em São José do Egito, e pagar a taxa de R$ 50,00 para participar do processo seletivo. A faculdade ainda divulgará calendário com a data que as inscrições serão iniciadas. Sendo aprovado no certame, após a matrícula as mensalidades já terão esse abatimento.

Durante a sessão ordinária da última quarta (15) todos os vereadores receberam do presidente da Casa os certificados que valem esse desconto de 50% nas mensalidades dos cursos presenciais da FVP.

Câmara de Santa Terezinha elege novo 2º secretário e discute regularização de vencimentos de professores da rede municipal

A sessão ordinária da Câmara de Santa Terezinha nesta quarta (15) foi bem movimentada. Já em seu início o presidente Dr. Júnior abriu os trabalhos de eleição para escolha do novo 2º secretário. Apenas o vereador Manoel Grampão candidatou-se ao cargo e foi eleito por unanimidade através de voto secreto, como determina o Regimento Interno da Casa.

O auditório do Plenário recebeu muitos cidadãos, boa parte do segmento da educação municipal. Nesse campo se destaca dentro da pauta da Ordem do Dia a Indicação nº 010/2019, de autoria do parlamentar Dr. Júnior, que solicita ao prefeito Geovane Martins a regularização dos vencimentos dos professores efetivos de Santa Terezinha.

Essa foi a matéria que mais rendeu debates entre os vereadores. Dr. Júnior justificou sua indicação com base no Ofício nº 002/2019 enviado por professores à Câmara. No documento solicitam atualização de seus vencimentos e alegam que os salários pagos pela Prefeitura não condizem com o Plano de Cargos, Carreira e Remuneração.

A professora Sandra Lustosa – ex-secretária de Educação, fez uso da Tribuna e apontou explicações sobre a situação.

A indicação foi discutida por todos os parlamentares e aprovada por unanimidade.

Atos em várias cidades pedem manutenção de verbas para universidades

Em diversas cidades brasileiras, estudantes, trabalhadores da educação e sindicalistas se mobilizaram hoje (15) para protestar contra o bloqueio de verbas das universidades públicas e de institutos federais. Convocados por entidades como a União Nacional dos Estudantes (UNE) e a Confederação Nacional dos Trabalhadores em Educação (CNTE), os atos também criticam a possibilidade de extinção da vinculação constitucional que assegura recursos para o setor e a proposta de reforma da Previdência.

Segundo a CNTE, foram programados atos nas 27 capitais brasileiras e em várias outras cidades do país.

São Paulo

Os manifestantes tomaram completamente o vão-livre do Museu de Arte de São Paulo (Masp), na Avenida Paulista, região central da capital. Os dois sentidos da via e as calçadas também foram ocupados. Na multidão, muitos estudantes, além de professores universitários, estaduais e municipais. Nas universidades públicas houve chamado para paralisar as atividades. Na Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), não houve aula em nenhuma das faculdades, apenas as áreas essenciais de manutenção funcionaram. Na Universidade de São Paulo (USP) e na Universidade Estadual Paulista (Unesp), a decisão de assistir às aulas ou ir ao protesto ficou a cargo dos estudantes.

O Conselho de Reitores das Universidades Estaduais Paulistas (Cruesp) divulgou nota em apoio à manifestação. O comunicado destaca que as três instituições são respondem “por mais de 35% da produção científica nacional e são responsáveis por 35% dos programas de pós-graduação de excelência no país”.

De acordo com o conselho, no Brasil e em países desenvolvidos a pesquisa é financiada majoritariamente pelos governos. “Interromper o fluxo de recursos para estas instituições constitui um equívoco estratégico que impedirá o país de enfrentar e resolver os grandes desafios sociais e econômicos do Brasil.”

Rio de Janeiro

Os manifestantes se concentraram na Igreja da Candelária no início da tarde e, às 17h50, iniciaram caminhada pela Avenida Presidente Vargas com destino à Central do Brasil. Todas as 16 faixas de rolamento da avenida foram ocupadas pelos manifestantes e fechadas ao trânsito de veículos, que foram desviados por ruas próximas, causando um grande congestionamento. O protesto reuniu estudantes e ativistas de todas as idades, desde alunos do ensino fundamental, estudantes do ensino médio e universitários, até aposentados, além de professores e trabalhadores da educação.

O policiamento se posicionou de forma discreta, sem presença ostensiva entre os manifestantes e distante do carro de som. Os manifestantes seguravam faixas e cartazes com frases contra o bloqueio de verbas para o ensino e em defesa da educação.

O ato foi encerrado às 19h30 em frente à Central do Brasil. Após o término do protesto, quando manifestantes já se dispersavam, um grupo de aproximadamente 150 pessoas, muitas delas mascaradas e de roupas pretas, passou a atacar, com pedras e bombas, uma cabine da Polícia Militar (PM) que fica ao lado do Panteão de Caxias, em frente ao Comando Militar do Leste (CML). Participantes desse protesto chegaram a arrancar as grades de proteção da cabine. Poucos minutos depois, a tropa de choque da Polícia Militar chegou ao local e usou bombas de gás e de efeito moral na tentativa de pôr fim ao tumulto. Muitos manifestantes desse grupo correram em direção ao prédio da Central do Brasil, onde os enfrentamentos da PM prosseguiram.

A Polícia Militar conseguiu dispersar o grupo.

Curitiba

Na capital paranaense, manifestantes se concentraram na Praça Santos Andrade, em frente à Universidade Federal do Paraná, na região central da cidade. Dali, seguiram em direção à sede da prefeitura. No caminho, alguns participantes do ato abordaram pedestres e trabalhadores do comércio para explicar as razões da manifestação.

Antes de se dispersar, por volta das 12h30, o grupo ainda esteve na Assembleia Legislativa, onde representantes do movimento entregaram a deputados estaduais um documento com o posicionamento do Fórum Popular de Educação do Paraná (Fepe-PR) sobre o contingenciamento de recursos da educação. A Polícia Militar não informou a estimativa de público presente. Já as entidades organizadoras afirmam que o número total variou entre 16 mil e 20 mil pessoas ao longo de toda a manhã. Há previsão de um novo ato na Praça Santos Andrade, a partir das 18h.

Brasília

Os manifestantes se concentraram em frente ao Museu da República, na Esplanada dos Ministérios. Dali, seguiram em direção ao Congresso Nacional, portando faixas e cartazes contra o contingenciamento de 3,4% das chamadas despesas discricionárias, ou seja, aquelas não obrigatórias, que o governo pode ou não executar, e que incluem despesas de custeio e investimento. Do alto do carro de som que acompanha a marcha, manifestantes discursam em favor de mais investimentos nas universidades públicas e sobre o risco de o corte de verbas inviabilizar as pesquisas desenvolvidas nos campus acadêmicos. Segundo cálculos da PM, às 11h, o ato reunia cerca de 2 mil pessoas.

Segundo a UNE, o contingenciamento coloca em risco a manutenção e a qualidade das universidades públicas, prejudicando seus atuais alunos e jovens que cursam o ensino médio e veem ameaçada a possibilidade de ingresso no ensino superior.

Mourão diz que governo não soube comunicar bloqueio no orçamento

Vice-presidente da República, Hamilton Mourão. Foto: Valter Campanato/Agência Brasil

O vice-presidente Hamilton Mourão afirmou hoje (15) que o governo não soube comunicar os bloqueios orçamentários feitos em várias áreas, em especial na educação. Por causa do contingenciamento na área, milhares de manifestantes, principalmente estudantes e professores universitários, saíram às ruas de todo o país para protestar contra a medida.

“Nós, governo, não soubemos comunicar isso. Ficou o tempo todo colocado como corte, aquele número cabalístico de 30%, quando todos os ministérios que têm um grande número de gastos e um orçamento elevado, eles sofreram um bloqueio consistente”, disse Mourão. Segundo ele, a frustração de receitas, causadas pela queda na arrecadação, determina que haja uma contenção orçamentária, que poderá ser desbloqueada no fim do ano.

“Isso é contingenciamento, o que acontece. Eu tenho que me programar, selecionar quais são minhas despesas principais, colocar minha prioridade naquilo ali e retardar minhas despesas secundárias para o segundo semestre do ano, ou até o último trimestre, quando normalmente esses recursos são desbloqueados”, acrescentou.

Vereador Helder de Viana renuncia ao mandato na Câmara de Santa Terezinha

Vereador Helder de Viana renuncia ao mandato na Câmara de Santa Terezinha. Foto: Ascom Câmara Santa Terezinha – PE

Na sessão ordinária da Câmara de Santa Terezinha nesta quarta (15) o presidente Dr. Júnior (PR) deverá informar oficialmente a renúncia do vereador Helder de Viana (PSB). Em ofício encaminhado à edilidade, Helder alegou “questões de foro íntimo” para tomar essa decisão.

Ele já havia solicitado licença sem vencimentos por 120 dias para tratar de assuntos particulares e resolveu deixar o cargo de vereador. O parlamentar era o primeiro secretário da Casa José Leite Amorim. Com a renúncia o segundo secretário Lindomar da Internet (PRB) assume definitivamente a vaga da 1ª secretaria na Mesa Diretora.

Tendo em vista esta decisão de Helder o segundo suplente Valério Dentista (PR) assumirá a vaga efetivamente, já que estava ocupando a cadeira desde o início da licença de 120 dias. O primeiro suplente, Antônio Edinaldo da Silva (PSB), conhecido como Couro, já havia também renunciado ao seu direito quando foi convocado após a licença de Viana ter sido aprovada em plenário.

Na sessão desta quarta o presidente também abrirá processo de eleição para que a 2ª Secretaria da Câmara seja preenchida. De acordo com o Regimento Interno os registros de candidaturas podem ocorrer até o início da reunião.

Cogita-se que o vereador Nodo de Gregório (PSB) deverá concorrer à vaga.

STJ decide que condomínio não pode proibir animais domésticos

O Superior Tribunal de Justiça (STJ) decidiu hoje (14) que condomínios não podem restringir, de forma genérica, que moradores tenham animais domésticos de estimação, como cães e gatos, em apartamentos. Pelo entendimento da Terceira Turma do tribunal, que julgou um caso sobre o tema, as convenções só podem fazer restrição quando os bichos apresentarem risco à segurança, higiene ou à saúde dos demais moradores.

A Corte julgou um recurso de uma moradora do Distrito Federal contra as regras de seu condomínio, que a impediu de criar um gato no imóvel. Na primeira instância, apesar de alegar que o animal não trazia transtornos aos vizinhos e nas áreas comuns do edifício, o Tribunal de Justiça entendeu que as regras previstas na convenção devem prevalecer.

Ao julgar o caso, o colegiado, por unanimidade, entendeu que as regras internas de condomínios não podem vedar a permanência de animais de qualquer espécie sem avaliar cada caso específico.

Olimpíada Brasileira de Astronomia terá participação de 800 mil alunos

Está tudo pronto para que cerca de 800 mil estudantes brasileiros do ensino fundamental e médio participem da 22ª Olimpíada Brasileira de Astronomia e Astronáutica (OBA). A prova será aplicada na próxima sexta-feira (17) em todo o território nacional e, para este ano, conta com quase 18 mil escolas cadastradas.

Dividida em quatro níveis (três para alunos do fundamental e uma para o ensino médio), a Olimpíada terá uma prova com dez perguntas: sete de astronomia e três de astronáutica. Segundo os organizadores, há uma alta incidência de questões abrangendo raciocínio lógico.

“As provas foram disponibilizadas para os professores das escolas parceiras [no caso da Olimpíada, são as escolas que se inscrevem e aplicam as provas para seus alunos interessados em concorrer]. Da nossa parte está tudo pronto para a aplicação no dia 17. O gabarito sairá no dia 18”, disse o coordenador da OBA, professor e astrônomo João Canalle, da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ).

O professor explicou que os alunos do 6° ao 9° ano fundamental são os que mais participam da Olimpíada. “Em média, a nota deles fica entre 7 e 8 pontos [em uma escala que vai até 10]. Trata-se de uma faixa etária com bastante curiosidade sobre astronomia. Por isso chegam a pressionar os professores e escolas para se inscreverem”.

Competições internacionais

Cerca de 10 milhões de estudantes já participaram das olimpíadas e astronomia e astronáutica no Brasil, ao longo dos 20 anos de existência da OBA. Os estudantes mais bem classificados representarão o Brasil nas olimpíadas Internacional de Astronomia e Astrofísica e na Latino-Americana de Astronomia e Astronáutica de 2020.

Tendo por base o público que participou das olimpíadas anteriores, Canalle explica que os alunos que costumam participar da competição se diferenciam, quando comparados aos demais, além de terem maiores chances de serem selecionados para universidades no exterior.

“Tivemos casos de estudantes que conseguiram bolsas em universidades estrangeiras após terem seus currículos enriquecidos com as medalhas obtidas em edições anteriores”. Foi, por exemplo, o caso da deputada federal recentemente eleita por São Paulo, Tabata Amaral (PDT), de 24 anos que, a partir do resultado obtido na olimpíada, classificou-se para conquistar títulos internacionais de astronomia e, posteriormente, foi estudar em Harvard, nos Estados Unidos.

Além de ter sido medalhista na olimpíada de 2016, Miriam Harumi Koga, 19 anos, de Guarulhos (SP), foi o grande destaque da edição de 2017 da Olimpíada Latino-Americana de Astronomia e Astronáutica, onde conquistou a medalha de ouro. O destaque obtido nessas competições resultou em sua aprovação para duas universidades nos Estados Unidos, onde hoje reside e trabalha.

“Notamos que alunos que ganham medalha nas olimpíadas tendem a ganhar outras medalhas, além de terem mais chances de serem convidados para as olimpíadas internacionais”.

Segundo Canalle, o Brasil é o país que mais tem se destacado nas Olimpíada Latino-Americana de Astronomia. “Sempre somos o país mais bem classificado em todas as provas. Para se ter uma ideia, nas últimas 3 edições obtivemos 4 das 5 medalhas de ouro”.

Preparação

Nas competições que incluem a Europa e a Ásia, a concorrência é bem mais forte. “Há entre eles países com muito mais tradição, como Índia e China. Nos 11 anos de competições obtivemos algumas pratas, mas nunca uma medalha de ouro”.

Segundo Canalle, o fator que mais explica a diferença de resultados é o tempo de preparação dos competidores. “Enquanto alguns países treinam seus competidores por 3 ou 4 anos, nós temos entre junho [mês em que é feita a seleção dos representantes brasileiros] e outubro, quando acontece a olimpíada internacional”.

A Olimpíada Brasileira de Astronomia e Astronáutica é coordenada por uma comissão formada por membros da Sociedade Astronômica Brasileira e da Agência Espacial Brasileira. Há, ainda no âmbito da competição, um outro evento que tem empolgado os estudantes: a Mostra Brasileira de Foguetes, a MOBFOG.

“No ano passado tivemos 120 mil alunos construindo e lançando seus foguetes. A expectativa é de que, este ano, haja 150 mil estudantes construindo e lançando seus foguetes cada vez mais longe”, disse o astrônomo.

O regulamento para participação e as instruções para as escolas interessadas em se cadastrar nas competições estão disponíveis no site da OBA.

Após denúncias, Câmara de Santa Terezinha solicita da Prefeitura informações sobre processo seletivo

Após receber em seu gabinete na Câmara de Vereadores de Santa Terezinha diversas denúncias acerca do Processo Seletivo nº 002/2019 da Prefeitura Municipal, o presidente do Legislativo, Dr. Júnior, encaminhou ofício ao prefeito Geovane Martins (Vanim de Danda), requerendo explicações sobre o certame.

A seleção ocorreu para preenchimento de 16 vagas de Auxiliar de Desenvolvimento Especial (ADE). Alguns aprovados, em denúncia, se queixam que o processo foi anulado sem as devidas justificativas dos reais motivos, nem que os candidatos foram comunicados formalmente. Os aprovados se queixam ainda que o Poder Executivo não respeitou os resultados no tocante à ordem de classificação, tendo convocado candidatos que sequer aparecem nessa lista que levaria às vagas ora ofertadas.

Por esses motivos elencados o presidente da Câmara, e em respeito aos que participaram da seleção, direcionou ofício solicitando que todas as informações sejam repassadas para que o Poder Legislativo possa acompanhar o caso.

Inscrições para o Enem 2019 encerram na sexta-feira

Quem ainda não se inscreveu para o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) 2019 tem até a próxima sexta-feira (17) para fazer a inscrição pela internet. No dia 17 também encerra o prazo para solicitar atendimento especializado e específico e para alterar dados cadastrais, município de provas e opção de língua estrangeira.

A taxa de inscrição para o Enem é de R$ 85. Quem não tem isenção de taxa deve fazer o pagamento até o dia 23 de maio. O prazo para pedidos de atendimento por nome social vai de 20 e 24 de maio. As provas do Enem serão aplicadas em dois domingos, 3 e 10 de novembro.

Quem já concluiu o ensino médio ou vai concluir este ano pode usar as notas do Enem, por exemplo, para se inscrever em programas de acesso à educação superior como o Sistema de Seleção Unificada (Sisu) e o Programa Universidade para Todos (ProUni) ou de financiamento estudantil.

A prova também pode ser feita pelos estudantes que vão concluir o ensino médio depois de 2019, mas nesse caso os resultados servem somente para autoavaliação, sem possibilidade de concorrer a vagas ou a bolsas de estudo.